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15/05/2010 - I Para-Estadual de Taekwondo

11/05/2010 - Apresentação de Alunos do Instituto Benjamin Constant.

09/05/2010 - 15 de Maio, o Para-Estadual e o Open de Taekwondo Adaptado

10/03/2010 - Veja a entrevista do Taekwondo Adaptado no Programa Jornal Visual.

02/03/2010 - Início das aulas de Taekwondo Adaptado no Instituto Benjamin Constant.

22/02/2010 - No dia 19 e 20 de fevereiro foi ao ar a entrevista sobre Taekwondo Adaptado.

15/02/2010 - Entrevista com Roberto Cardia, por José Augusto Maciel Torres. Clique aqui.

02/02/2010 - Neste mês novas vagas foram abertas para a turma de Taekwondo Adaptado no Instituto Benjamin Constant. Aos interessados entrar em contato.

29/01/2010 - Cardia visita Diadema

25/01/2010 – Conceitos de Deficiência

25/01/2010 – O Deficiente e a Lei

25/01/2010 – Conceituando Baixa Visão

21/01/2010 – Relatório de 2009 da Diretoria de Taekwondo Adaptado da FTKDERJ

07/12/2009 – Vídeo Produzido pela Equipe de Taekwondo Olímpica sobre Alessandro de Jesus

07/10/2009 – Entrevista em áudio com o para-atleta Alessandro de Jesus

28/09/2009 - Festival no IBC

23/09/2009 - 5º Desafio Cegos X Videntes

22/09/2009 - Compra de Materiais

10/09/2009 - Reforma do Site

15/05/2009 - Chegada de materiais no Instituto Benjamin Constant

15/04/2009 - Depósito em Conta

14/02/2009 - Depoimentos em áudio de para-atletas de Taekwondo

14/02/2009 - Depoimentos

10/02/2009 - Relatório de 2008 da Coordenação de Desenvolvimento de Taekwondo Adaptado

17/11/2008 - III Desafio Cegos X Videntes

15/09/2008 - Luta de cego no taekwondo agita o Maracanãzinho

26/08/2008 - Precisa-se de Profissionais no Rio de Janeiro...

26/08/2008 - II Desafio Cegos X Videntes

07/07/2008 - Inscrições no Taekwondo


A história do Esporte Adaptado no Mundo e no Brasil

O Esporte Adaptado surgiu no início do século XX, de forma muito tímida. Na primeira década do século, iniciaram-se as atividades competitivas para jovens portadores de deficiências auditivas, especialmente em modalidades coletivas. Por volta de 1920, tiveram início as atividades para jovens portadores de deficiência visual, especialmente a natação e o atletismo.

Para pessoas portadoras de deficiências físicas, o início do esporte oficialmente se deu ao final da Segunda Guerra Mundial, entre 1944 e 1952, quando os soldados voltaram para os seus países de origem com vários tipos de mutilações e outras deficiências físicas.

As primeiras modalidades tiveram origem na Inglaterra e nos Estados Unidos. Na Inglaterra, por iniciativa do médico Ludwig Guttmann, indivíduos com lesão medular ou amputações de membros inferiores começaram a praticar jogos esportivos em um hospital em Stoke Mandeville.

Nos Estados Unidos, por iniciativa da PVA (Paralyzed Veterans of América), surgiram as primeiras equipes de basquetebol em cadeira de rodas e as primeiras competições de atletismo e natação.

Desde então, o esporte para portadores de deficiências físicas não parou de crescer e, desde 1960, ocorrem os Jogos Paraolímpicos, sempre alguns dias após e na mesma sede dos Jogos Olímpicos convencionais.

Este segmento esportivo é muito praticado e muito divulgado em todo o mundo, principalmente nos Estados Unidos e Europa. As Paraolimpíadas e o Esporte Adaptado são nesses países muito divulgados e acompanhados pela mídia e pelo povo, na mesma proporção que acontece com os esportes convencionais

No Brasil, o esporte adaptado surgiu em 1958 com a fundação de dois clubes esportivos (um no Rio e outro em São Paulo). Nos últimos cinco anos, o Esporte Adaptado brasileiro vem evoluindo, mas por falta de informação e, principalmente, de condições específicas para a sua prática, muitos portadores de deficiência ainda não têm acesso a ele.

Mesmo sem o apoio necessário, nas Paraolimpíadas de Sydney, em 2000, o Brasil conquistou um número recorde de 22 medalhas, sendo 6 de ouro, 10 de prata e 6 de bronze, quebrando três recordes mundiais no atletismo. E no futebol para amputados, o Brasil sagrou-se tetracampeão. Atualmente, o Esporte Adaptado no Brasil é administrado por 6 grandes instituições: A ABDC (Associação Brasileira de Desporto para Cegos) que cuida dos deficientes visuais, a ANDE (Associação Nacional de Desporto para Excepcionais) que cuida dos paralisados cerebrais e dos lesautres, a ABRADECAR (Associação Brasileira de Desportos em Cadeira de Rodas) que administra as modalidades em cadeira de rodas, a ABDA (Associação Brasileira de Desportos para Amputados) que cuida dos amputados, a ABDEM (Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Mentais) que administra os esportes para deficientes mentais e a CBDS (Confederação Brasileira de Desportos para Surdos) que cuida dos deficientes auditivos e não está vinculada ao Comitê Paraolímpico Brasileiro.

Fonte: http://www.add.org.br/esporteAdaptado/historia.php